O projeto

Privacidade

O que o Coreto faz com os seus dados, e o que não faz. Primeiro em quatro pontos; a política por extenso logo a seguir.

O Coreto é uma agenda de eventos, não um negócio de dados. Recolhe o mínimo para funcionar — e o mínimo é isto:

  • Ninguém é seguidoNão há cookies de rastreio, publicidade nem botões de redes sociais. Nem de página em página, nem entre sítios.
  • Uma só coisa fica no seu equipamentoA escolha de tema claro ou escuro, e só se carregar no botão. Não sai do seu navegador, não é lida por nós e não identifica ninguém.
  • Contam-se eventos, não pessoasCada ficha tem quatro contadores. São números por evento — sem endereço, sem sessão, sem hora. Servem para mostrar a quem programa que houve quem olhasse.
  • Quem envia um evento dá-nos um emailServe para falarmos sobre o que foi enviado e nunca é publicado. Para o ver, corrigir ou apagar, basta escrever.
A política de privacidade por extenso

Quem responde pelo tratamento

O responsável pelo tratamento dos dados pessoais recolhidos por este sítio é a Equipa do Coreto. Para qualquer questão sobre os seus dados, o contacto é ola@coreto.org.

Não há aviso de cookies, e porquê

O artigo 5.º da Lei n.º 41/2004 exige consentimento para guardar informação no equipamento de quem visita — mas ressalva o armazenamento estritamente necessário para um serviço que a pessoa pediu. Uma preferência de visualização que alguém acabou de escolher, ela mesma, ao carregar num botão, é precisamente isso. Pedir consentimento para cumprir a escolha que se acabou de fazer seria perguntar duas vezes a mesma coisa.

A preferência fica no localStorage do navegador, na chave coreto-theme, com o valor light ou dark. Enquanto não carregar no botão não fica lá nada. Para a apagar, basta limpar os dados deste sítio no navegador. O único cookie que o sítio pode criar é o de sessão da área de moderação, e só para quem tenha credenciais.

Que dados são recolhidos

De quem envia um evento: o endereço de email, que é obrigatório — sem ele não há como pedir um esclarecimento nem avisar que o evento foi publicado —, o nome e a organização se os quiser dar, e os dados do evento, incluindo anexos como cartazes ou agendas em PDF. O mesmo vale para o que chega ao endereço de submissões: guardamos o remetente, o assunto, o corpo e os anexos.

Para travar abuso: um hash com sal do endereço IP de quem submete, nunca o endereço em si. Serve para contar quantos pedidos vêm do mesmo sítio numa janela de tempo. Não permite reconstruir o endereço nem identificar ninguém, e é apagado ao fim de dois dias.

De quem só visita: nada. O fornecedor de alojamento mantém, como qualquer alojamento, registos técnicos de acesso para segurança e diagnóstico; esses registos não são usados por nós para analisar comportamentos.

O que sai daqui para fora

Três coisas, e vale a pena dizer quais e onde. Nenhuma delas leva cookies nem identificadores nossos; todas elas revelam o seu endereço IP ao servidor a que o navegador vai buscar a imagem, como acontece com qualquer imagem servida por terceiros.

Os pedaços do mapa, e só em /mapa. O mapa da agenda desenha ruas, e as ruas vêm do OpenFreeMap, um serviço gratuito que publica dados do OpenStreetMap. Ao abrir aquela página, e só então, o seu navegador pede os pedaços de mapa a tiles.openfreemap.org, o que revela a esse servidor que pedaços do mapa está a ver. Nada do que se passa no mapa volta para nós. Os contornos dos concelhos, esses, são nossos: estão no repositório e desenham-se sem pedir nada a ninguém.

As fotografias dos espaços e dos coretos, servidas pelo Wikimedia Commons. São imagens de licença livre, e ficam onde estão em vez de serem copiadas para cá: é o que mantém a atribuição ligada ao autor. Aparecem em /espacos, na ficha de cada espaço, em /coretos e na página de cada concelho, e é aí que o seu navegador pede a imagem a commons.wikimedia.org. A política de privacidade da Fundação Wikimedia diz o que essa fundação faz com o que recebe.

Os cartazes dos eventos, que vêm do sítio de quem organiza — as câmaras e as juntas de freguesia da região, cada evento do seu. Pela mesma razão: um cartaz é de quem o fez, e ligá-lo é mais honesto do que copiá-lo. Aparece onde o evento aparecer: na agenda, na página inicial, no mapa e na ficha.

Como é medida a utilização

Cada ficha de evento tem quatro contadores: quantas vezes foi aberta e quantas vezes se carregou em «Bilhetes e reservas», em «Adicionar ao calendário» e em «Partilhar». A tabela onde ficam não tem coluna nenhuma que identifique quem visitou: nem endereço IP, nem identificador de sessão ou de dispositivo, nem sequer a data e a hora de cada visita. Respondem a «esta ficha foi aberta 412 vezes» e nunca a «por quem». Estes totais são públicos, precisamente porque não há neles nada de ninguém.

Não corre aqui nenhuma ferramenta de estatísticas de terceiros. O código prevê o PostHog em modo sem cookies, mas sem chave configurada não é carregado: não sai daqui um único pedido para lá.

Como estas contagens não permitem identificar ninguém, também não há maneira de as separar por pessoa: não conseguimos dizer-lhe quais são as suas nem apagá-las isoladamente, porque não sabemos quais são (artigo 11.º do RGPD). Se preferir não ser contado, qualquer bloqueador de conteúdos trava estes pedidos, e o sítio continua a funcionar na mesma.

Com que fundamento

  • Submissões de eventos — diligências a pedido do titular dos dados, alínea b) do n.º 1 do artigo 6.º do RGPD. Quem envia um evento pede que o tratemos e publiquemos.
  • Hash do IP e limitação de tráfego — interesse legítimo, alínea f) do n.º 1 do artigo 6.º: manter o serviço de pé. Pesámos o impacto na privacidade, e foi por isso que o endereço nunca é guardado em claro.
  • Contadores e estatísticas — o mesmo interesse legítimo: saber que programação interessa, para o devolver a quem organiza. Contam-se acontecimentos, não pessoas.

O conteúdo do evento é publicado — é para isso que é enviado. Os dados de contacto de quem o envia não são publicados: ficam na área de moderação.

Como é tratado o que nos enviam

O que chega é processado automaticamente para dele se extraírem os campos do evento e é sempre revisto por uma pessoa antes de ser publicado. Nenhuma decisão com efeitos sobre quem submete é tomada sem intervenção humana. Quando a extração falha, a mensagem original fica guardada tal como chegou para que alguém a possa tratar à mão.

Durante quanto tempo

  • Registos de limitação de tráfego (hashes de IP): apagados ao fim de dois dias.
  • Submissões e emails recebidos, com os contactos de quem os enviou: até 24 meses após a data do evento.
  • Eventos publicados: ficam em arquivo, porque a memória da programação de uma região tem valor próprio. Não contêm dados de contacto.
  • Contadores por evento: duram o que durar o evento no catálogo e são apagados com ele.

Quem tem acesso

Apenas quem faz a moderação do Coreto, e apenas ao que precisa de ver para decidir se um evento é publicado. Não vendemos, não trocamos nem cedemos dados a terceiros para fins comerciais. Há fornecedores que atuam como subcontratantes e apenas segundo as nossas instruções: o do alojamento do sítio e o da base de dados. Se algum deles tratar dados fora do Espaço Económico Europeu, fá-lo ao abrigo das cláusulas contratuais-tipo aprovadas pela Comissão Europeia.

Os seus direitos

Tem direito a pedir o acesso aos seus dados, a retificação do que estiver errado, o apagamento, a limitação do tratamento e a portabilidade, e a opor-se ao tratamento fundado em interesse legítimo. Basta escrever para ola@coreto.org; respondemos no prazo de um mês. Se entender que os seus dados não estão a ser tratados como deviam, pode reclamar junto da Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD).

Quando esta política mudou

Última alteração a : o mapa da agenda passou a pedir os pedaços de mapa a um serviço de fora, e isso passou a estar dito acima. Esta data muda quando mudar um tratamento — não quando mudar o resto da página.

A declaração de acessibilidade tem a sua própria página, em /acessibilidade. O que é o Coreto, porque se chama assim e quem o faz está nas informações.